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7/20/2007
20/07/2007
"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras."
Mahatma Gandhi
Religiões
"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras". A frase que você acabou de ouvir foi dita por uma das mais importantes personalidades do século vinte: o Mahatma Gandhi. Veja quanta sabedoria nas palavras do homem que liderou a independência da Índia sem jamais recorrer à violência! Nos tempos atuais, são raros os que realmente têm uma posição como a de Gandhi, que manifestava um profundo respeito pela opção religiosa dos outros. Muitas pessoas acreditam que sua religião é superior às demais. Acreditam firmemente que somente elas estão salvas, enquanto todos os demais estão condenados. Pouquíssimas pensam na essência da mensagem que abraçam, já que estão muito preocupadas em converter almas que consideram perdidas. E, no entanto, Deus é Pai da Humanidade inteira. Todos nós temos a felicidade de trazer, em nossa consciência, o sol da Lei Divina. Ninguém está desamparado. De onde vem, então, essa atitude preconceituosa, exclusivista, que nos afasta de nossos irmãos? Vem de nosso pensamento limitado e ainda egoísta. Quase sempre o homem acredita que tem razão. Imagina que suas opiniões, crenças e opções são as melhores. Você já notou que a maior parte das pessoas acha que tem muito a ensinar aos outros? É que, em geral, as pessoas quase não se dispõem a ouvir o outro: falam sem parar, dão opiniões sobre tudo, impõem sua opinião. São almas por vezes muito alegres, expansivas, que adoram brincar. Chamam a atenção pela vivacidade, pelos modos espalhafatosos, pelas risadas contagiantes e pelas conversas em voz alta. Mas são raras as vezes em que param para escutar o que o outro tem a dizer. São como crianças um tanto egoístas, para quem o Mundo está centrado em si ou na satisfação de seus interesses. É uma atitude muito semelhante a que temos quando acreditamos que o outro está errado, simplesmente por ser de uma religião diferente. É que não conseguimos parar de pensar em nossas próprias escolhas. Não estudamos a religião alheia, não nos informamos sobre o que aquela religião ensina, que benefícios traz, quanta consolação espalha. Se estivéssemos envolvidos pelo sentimento de amor incondicional pelo próximo, seríamos mais complacentes e mais atentos às necessidades do outro. E então veríamos que, na maioria dos casos, as pessoas estão muito felizes com sua opção religiosa. A nossa religião é a melhor? Sim, é a melhor. Mas é a melhor para nós. É óbvio que gostamos de compartilhar o que nos faz bem. Ofertar aos outros a nossa experiência positiva é uma atitude louvável e natural. Mas esse gesto de generosidade pode se tornar inconveniente quando exageramos. Uma coisa é ofertar algo com espírito fraternal, visando o bem. Mas diferente quando desejamos impor aos demais a nossa convicção particular. Se o outro pensa diferente, respeite-o! Ele tem todo o direito de fazer escolhas. Quem de nós lhe conhece a alma? Ou a bagagem espiritual, moral e intelectual que carrega? Deus nos deu nosso livre arbítrio e o respeita. Por que não imitá-Lo? Enquanto não soubermos amar profundamente o próximo, respeitando-lhe as escolhas, não teremos a atitude de amor ensinada por todas as religiões e pelos grandes Mestres da Humanidade.
Equipe de Redação do site www.momento.com.br
4/19/2007

"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têem medo da luz."
Platão
Dia de Luz
O despertador toca e você acorda. Abre os olhos e torna a contemplar as mesmas cenas do ontem. Pela sua mente ágil, as dores sofridas passam em cenário cinematográfico. Você sente o corpo dolorido e cansado. Na boca, o gosto da amargura lhe fere o paladar, como gotas de fel. Novo dia... Contudo, embora a noite de sono, não serão novas as lutas. Os problemas financeiros não se solucionaram no intervalo de algumas horas. A enfermidade que se abateu em seu lar não partiu. Ao contrário, você a sente mais presente do que nunca, nos gemidos que já lhe chegam aos ouvidos. Há que erguer-se do leito e retornar às lutas. A mesma luta. Você sente desânimo e pensa: "por que não me tirou Deus a vida, enquanto dormia? "Sinto-me exausto.não desejo mais sofrer, nem lutar." No entanto, os minutos correm céleres e há que retomar as atividades. Entre a tristeza e o desalento, você se ergue e abre a janela. Neste instante, o sol lhe bate em cheio na face e inunda o seu quarto. Faz-se luz e a luz espanca as trevas. É novo dia, informa-lhe o sol. Há alegrias no ar; cantam os pássaros. A brisa da manhã o envolve e a natureza toda o convida a reformular suas disposições íntimas. Pare um instante. Encha com o ar renovado da manhã os seus pulmões. Respire profundamente. Contemple o azul do céu e dirija ao Criador a sua prece. Prece de gratidão por mais um dia na carne. Em vez de rogar a Deus que lhe tire do corpo, rogue-Lhe forças para o combate. É dia novo. Você não pode imaginar o que a Divindade lhe reservou para hoje. Pense em quantas pessoas almejariam estar em seu lugar, agora. Enfermidade, dor, desemprego são problemas a serem administrados e equacionados, ao longo da existência. Recorde que a divindade lhe providenciou um dia de luz para você treinar, outra vez, disciplina, paciência, perdão. Não perca a oportunidade. Não jogue fora as chances de crescimento e resgate. E hoje, enquanto você sofre, luta e espera, alegre-se com os sons da vida, com o sorriso das crianças, com o colorido da natureza que o pai dispôs especialmente para você. Sorria. As lutas poderão ser semelhantes, mas não idênticas. Porque dia como este nunca houve e não haverá outra vez. Deus não se repete. Detenha-se a descobrir detalhes e observe a riqueza que o circunda. Amigos, colegas, brincadeiras, abraços. Nada será igual ao que já foi. Desfrute deste dia integralmente, porque dia igual a este só se vive uma vez. Cada dia é bênção nova. Cada minuto é oportunidade espontânea de crescimento.
Equipe de Redação do site www.momento.com.br, com base no livro Repositório de Sabedoria vol. 1, verbete "dia".
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05/03
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São José da Cruz
São José da Cruz, nasceu na cidade de Ísquia, próximo de Nápoles, no ano de 1625. Foi batizado com o nome de Caitano. Era admirador de São Francisco de Assis, procurando encarnar em si o exemplo de vida evangélica do Pobrezinho de Assis, ingressando, portanto na Ordem dos franciscanos.
Fundou o primeiro convento da Ordem no ano de 1671 em Piemonte, tornando-se mestre de noviços e depois provincial e geral da Ordem de Franciscana, se despojando de tudo. Possuía somente um hábito de pano grosso, que usou 65 anos e até sua morte.
São José da Cruz dedicou toda a sua vida aos pobres, socorrendo-os em suas necessidades. Morreu no ano de 1737, com 84 anos de idade. Foi canonizado por Gregório XVI.
FONTE: CatolicaNet
| 3/3/2007
04/03
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São Casimiro
O Santo que comemoramos hoje foi proclamado padroeiro da juventude Lituânia chama-se Casimiro que significa Grande no comandar. O seu nome tornou-se profecia ao passo que foi comandando todo o seu pensar, falar e agir para Cristo, isto no Espírito Santo. Casimiro era filho do rei da Polônia, nasceu com o título de grão-duque da Lituânia, sua terra natal, em 1458. De família real e Católica, Casimiro podia se envolver em perigos políticos por isso renunciou o direito ao trono, acolheu a voz do Papa sobre a situação; livremente optou pelo celibato e com a ajuda da mãe e rainha começou a receber forte educação espiritual do cônego de Cracóvia. São Casimiro com dezessete anos e debilitado pelo excesso de penitência começou a ajudar o pai no governo da Lituânia, usando sempre da força da oração, prudência e tudo permeado pelo seu amor profundo ao Santíssimo Sacramento e a Nossa Serhora. Admirado pelos súditos e amado pelo povo foi vítima de tuberculose , a qual foi a causa do Santo príncipe Casimiro em 1484.
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03/03
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Quarenta Mártires de Sebaste
Hoje estamos lembramos o testemunho dos quarenta Mártires que deram tão grande testemunho de fé e coragem que Santo Éfrem expressou-se quanto a eles: "Que desculpa poderemos apresentar ao tribunal de Deus, nós, que, livres de perseguição e torturas, deixamos de amar a Deus e trabalhar na salvação de nossas almas?" Chegou até nós o testemunho da ousadia destes homens que no século IV foram impelidos pelo imperador Licínio a um juramento de fidelidade para todos os soldados que consistia em sacrificar aos ídolos protetores do Império. Diante da injusta ordem das autoridades, quarenta cristãos pertencentes a guarda do Império recusaram a direção e foram sinceros ao dizerem: "Até ao presente combatemos e vencemos a serviço dum senhor mortal como nós; agora queremos lutar e vencer sob a bandeira de Cristo, que é o Deus verdadeiro a quem devemos obediência e adoração!" Desta forma venceram e ganharam o direito da coroa imperecível, já que irredutíveis foram torturados e depois de receberam soldados de cristo quarenta a condenação de ficarem num tanque gelado em pleno e rigoroso inverno. O mais jovem de todos sobreviveu até o ponto de morrer nos braços da amada mãe; hoje estamos combatendo o mistério da iniquidade com ardor, fé e a Graça de conviveu hoje.
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